Errar de Novo as Vezes...

Não estou no meu quarto, e já é de manhã.
Abro os olhos devagar, com medo de ser um sonho vívido,
Ou estar em algum lugar cinemático de sofrimento que meu cérebro bloqueara até então.
Consigo notar uma claridade, mas o que vejo está, quase em sua totalidade, escuro.
Percebo que são os cabelos dela, perfumados, que me atrapalham a visão.
Me afasto vagarosamente e sorrio por exatamente dois segundos,
Só pra levar as mãos a cabeça, ainda vagarosamente, notando a grande coisa errada que fiz,
Que não sei ainda como resolver,
E que sei que voltarei a fazer semana que vem.