Espiritualidade como movimento

Historinha antiga, cheias dualidades e criticas. Não estou interessado em saber se é mais um fake da internet, apenas achei interessante a visão cientifica misturada numa concepção religiosa.
Enjoy! 
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Numa sala de aula, por volta do século XIX, um professor pergunta ao seu aluno:
Professor: Você é Judeu não é filho?

Estudante: Sim, senhor.
Professor: Então, você acredita em Deus?

Estudante: Absolutamente senhor.

Professor: Mas, Deus é bom?
Estudante: Claro que sim!
Professor: Deus é o todo poderoso?
Estudante: Sim.
Professor: Sabe, meu irmão morreu de câncer mesmo orando a Deus todos os dias para curar ele. A maioria de nós tentaria ajudar os que estão doentes. Mas Deus não fez. Como pode então Deus ser bom então? Hunn??
(Estudante ficou em silencio)
Professor: Você não pode responder, pode? Vamos começar de novo meu jovem.
Deus é bom?
Estudante: Sim.
Professor: Satanás é bom?
Estudante: Não.
Professor: De onde Satanás se originou?
Estudante: De...  de Deus.
Professor: Você está correto. Diga-me filho, existe maldade no mundo?
Estudante: Sim
Professor: Se Deus criou tudo, então quem criou a maldade?
(Estudante não respondeu) 
Professor: Existem doenças? Imoralidade? Ódio? Feiura?  Todas essas coisas terríveis existem no mundo, não existem?
Estudante: Sim senhor.
Professor: Então quem as criou?
(Estudante não respondeu)
Professor: A ciência explica que temos cinco sentidos para identificar e observar o mundo a nossa volta. Diga-me filho, alguma vez você viu Deus?
Estudante: Não senhor.
Professor: Alguma vez você sentiu o seu Deus? Sentiu o gosto? Cheirou? Alguma vez você já teve alguma sensação de Deus nesse sentido?
Estudante: Não senhor, eu temo que não.
Professor: E ainda assim você continua acreditando nele?
Estudante: Sim
Professor: De acordo com perícia testável e Protocolo de demonstração, a ciência diz que seu Deus não existe. O que você diz a respeito rapaz?
Estudante: Nada. Só tenho fé.
Professor: Claro, a fé. Esse é o problema da ciência tem que enfrentar...
Estudante: Professor, existe no mundo o calor?
Professor: Sim
Estudante: E também existe frio?
Professor: Sim
Estudante: Não senhor, não existe.
(a classe ficou silenciosa com essa mudança dos eventos)
Estudante: Senhor, você pode ter muito calor, até mais calor, super calor, mega calor, calor branco, pouco calor e até calor nenhum. Mas não existe nada chamado frio. Podemos alcançar 458 graus abaixo de zero que seria a total ausência de calor, mas não podemos ir nada além disso. Não existe o Frio. Frio é apenas uma palavra que usamos para descrever a ausência total de calor. Não se pode medir o frio. Calor é energia. O frio não é o oposto do calor, apenas a ausência dele.
(Professor ficou em silêncio)
Estudante: E a escuridão professor? Existe a escuridão?
Professor: Sim. O que seria a noite se não existisse a escuridão?
Estudante: Você está errado de novo senhor. Escuridão é a ausência de algo. Você pode ter pouca luz, luz normal, luz brilhante, um flash. Mas se você não tiver luz constantemente você não tem nada, e isso é chamado escuridão, não é? Na verdade escuridão não existe, se existisse você seria capaz de torná-la ainda mais escura, não poderia?
Professor: Mas o que você está tentando provar jovenzinho?
Estudante: Senhor, eu estou provando que sua filosofia é falsa.
Professor: Falsa? Pode me explicar como?
Estudante: O senhor está usando uma premissa de dualidade. Você discute que existe vida e existe morte, um bom Deus e um mau Deus. Você está vendo Deus com o conceito de uma coisa finita, algo que podemos medir. Senhor, a ciência não pode nem explicar o pensamento. Diz que usa eletricidade e eletro magnetismo, mas nunca o viu e muito menos totalmente o entende. Para ver a morte como o oposto da vida tem que ser muito ignorante, ao fato que a morte não pode existir como uma coisa substantiva.
A morte não é o oposto da vida e sim a ausência dela. Agora me diga professor, você ensina aos seus alunos que o homem evoluiu do macaco?
Professor: Se você está se referindo a teoria da evolução do homem, sim é claro que ensino.
Estudante: Alguma vez você teve a oportunidade de observar a evolução com seus próprios olhos?
(professor balança a cabeça e sorri quando percebe aonde o argumento vai levá-lo)
Estudante: Desde que ninguém nunca observou o processo da evolução e não pode nem provar que ela é um processo continuo, você não está apenas ensinando a sua opinião, senhor? E se ensina sua opinião você não é mais cientista do que um padre. Certo, senhor?
Existe alguém aqui que tenha alguma vez escutado o cérebro do professor? Sentido? Tocado ou sentido cheiro? Parece que ninguém nunca o fez certo? Então de acordo com as regras lógicas de protocolo de demonstração a ciência diz que o senhor não tem cérebro. Então, com todo o respeito senhor, como nós podemos confiar em suas palestras?
Professor: Imagino que você terá que aceita-las por fé meu jovem.
Estudante: É isso ai senhor! Exatamente! O link entre o homem e Deus é a mesma fé que mantém todas as coisas vivas e em movimento!


A propósito dizem que esse estudante era Albert Einstein.
                                                                                                                                   Autor desconhecido

                                                                                                                                    Texto adaptado

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Então o que entendi é que Deus não criou a maldade. A maldade na verdade seria a ausência do bem, ou a ausência Dele.
Mas, como lidar com a espiritualidade num mundo tão cientifico? Deus é o que falam que é, ou seria ele essa força que mantém tudo em movimento? Seria esta força que separa as galáxias, a força que une cada molécula da vida, ou este ser opressor, machista, homofóbico e ditador como vejo até enjoar por aí.
Por um lado não canso de dizer que todos nós somos ateus (querendo ou não, admita esta realidade), e por outro reafirmo: Fé nunca teve nada haver com religião.